domingo, 28 de dezembro de 2008

domingo, 21 de dezembro de 2008

É NATAL

Vai surgir p´ra nosso bem,
Com seu brilho Celestial,
A Estrelinha de Belém
A lembrar que é Natal.
..
Rama Lyon

sábado, 20 de dezembro de 2008

16 Anos depois...

ACIDENTE EM FARO
Faltavam poucos dias para o Natal, quando em Faro, se deu o terrível acidente de aviação, que custou a vida a 56 pessoas e fez mais de duzentos feridos. O avião, um DC 10 da companhia aéra
Martinair, partiu do aeroporto de Amesterdão, Holanda, na manhã do dia 21 de Dezembro de 1992, com rumo a Faro, trazendo a seu bordo 327 passageiros e 13 membros da tripulação. Quando se aproximou do seu destino, cerca das 7h15, pairava sobre a região de Faro uma certa instabilidade atmosférica, com trovoada e rajadas de vento forte, obrigando os pilotos a tomar todas as precauções necessárias para uma aterragem em condições bastante perturbadas. Apesar dos seus esforços, às 7h33, quando a aeronave tocou o solo da pista com muita dureza, o trem de aterragem direito partiu-se e, de seguida, também a asa direita, que se separou da fuselagem.
Ao deslizar para fora da pista, o avião destroçou-se em duas secções principais e, incendiou-se de seguida. A catástrofe acabava de acontecer.
Dezasseis anos depois, ainda estão por determinar, as causas exactas da responsabilidade de cada um. Para além das péssimas condições meteorológicas, nesse fatídico dia, o acidente talvez se fique a dever, a algumas falhas humanas, nomeadamente aos pilotos do avião e ao controlador aéreo que dirigiu a aproximação e aterragem deste voo MP 495 da Martinair.
Mas, conforme se compreende, isso compete aos tribunais de decifrar o enigma.
Pela nossa parte, só nos resta desejar a paz divina, nesta quadra Natalícia, às almas daqueles que vindos para passar alguns dias de férias no Algarve, não chegaram a festejar o seu tão esperado NATAL.
Rama Lyon

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

O INVERNO

O INVERNO
.
Correm folhas pelo chão
Deixadas ao abandono,
Sopradas sem compaixão
Pelos ventos do Outono.
.
Também vai caindo a neve
Nas telhas do nosso lar
A lembrar que dentro em breve
O Inverno vai chegar.
.
Anda o vento docemente
Batendo em cada vidraça
Prevenindo toda a gente
Que o Inverno assentou praça.
.
O pastor desceu da serra
Seu rebanho com ternura,
Às pastagens cá da terra
Onde o verde ainda dura.
.
Nossa amiga chaminé
Já está deitando fumo
E todos sabem como é,
A vida segue outro rumo.
.
À volta de uma lareira
A famíla está reunida
Contando à sua maneira
Histórias da própria vida.
.
E a conversa vai acabar
Num assunto que é eterno,
Vamos ter que suportar
O rigor d'outro inverno.
RAMA LYON

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Pombinha mensageira

Conto de Natal
Oh pombinha mensageira
Da Boa Nova Celestial, Vem trazer à Terra inteira
A mensagem de Natal.
Diz ao povo que hoje tem
D'ajoelhar aos pés da cruz, É Noite Santa em Belém,
Nasceu o Menino Jesus.
.
Podes contar ao Universo,
Aquela simplicidade,
Com que Ele está no berço Num estábulo da cidade.
Na manjedoura deitado
Em tão bela companhia,
Com José sempre a seu lado
E sua mãe, Virgem Maria.
Diz também por toda a parte
Aos ''guerreiros'' desta Terra,
Que nunca será uma arte
A mania de fazer a guerra.
Jesus veio para salvar
Todo aquele que é capaz,
Da Sua palavra escutar
Seguindo o trilho da paz.
Deus queira que neste dia
A mensagem seja ouvida
Finde o mal, fique alegria
Na estrada da nossa vida.
RAMA LYON

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Não sei quem sou!

Não sei quem sou!
Na mercearia, sou cliente!
No restaurante, sou freguês!
No correio, sou remetente!
No passaporte, sou português!
*
Quando voto, sou eleitor!
Se ouço a rádio, sou ouvinte!
Na T V, sou espectador!
Nas Finanças, contribuinte!
*
Quando viajo sou turista!
Se ando a pé sou um peão!
Na alfandega, contrabandista!
E na igreja sou sacristão!
*
Se jogo na bolsa, investidor!
No casino, sou um viciado!
Com gravata sou doutor!
Se falo muito advogado!
*
Se vou à Luz sou Benfiquista!
Em Alvalade, viro Leão!
Se sou do Porto, sou Portista
Mas nas Antas serei Dragão!
*
Quando morrer serei finado!
Outros dirão que sou defunto!
Se me queimam sou cremado
E arruma-se logo o assunto!
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JOTTAMOTA
.
NOTA: Este poema é da autoria do meu amigo
Jottamota, a quem mando um grande abraço.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

O Jardim da Natureza

Não há nada mais bonito do que o jardim da Natureza

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

A fome das avezinhas

Desde o campo ao casario
Há neve a resplandecer,
Avezinhas cheias de frio Não têm nada p'ra comer.
Vão tentando pelo chão Na luta que as consome
Qualquer migalha de pão
Que lhes possa matar a fome.
Mas a terra está gelada
Sob a neve que a cobre,
De comer tem pouco ou nada, Cada vez está mais pobre.
Daqui lanço um pedido
Às pessoas boazinhas,
Em razão do sucedido
Dêem comer às avezinhas.
P'ra que elas possam voar
Novamente satisfeitas
Pelas árvores a cantar
Até virem as colheitas.
É bem linda a Natureza
No limiar de cada dia
Apesar dessa dureza
Que ela tem na invernia.
Por isso vamos enchendo
De comer, nossas mãozinhas
E pelos cantos correndo
Matar a fome às avezinhas.
RAMA LYON

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

LIÇÃO DE VIDA

LIÇÃO DE VIDA
***
Quando o egoismo em mim pressinto
O meu olhar em ti recai
Perante a vergonha que sinto
Uma lágrima minha cai!
***
No teu grito de Paz
Sem esperança, no olhar
Dás tudo o que a vida te traz
Sem, nada a ninguém, roubar!
***
A tua almofada sem sonhos
Deveria a minha ser
Quando por ninharias reclamo
Necessidades por prazer!
***
Tendo o Amor em tua mão
A justiça em teu poder
A humildade em teu coração
Porque és alvo de sofrer?
***
A um Mundo de cheque-mate
Escrevo de verde-esperança
Para que o egoismo, não mate
Uma mulher e uma criança!
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FERNANDA ROCHA
***
Deixo aqui uma palavra de apreço, ao grande
talento da minha amiga , Fernanda Rocha

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

A Serra da Estrela

Cai a neve devagarinho, Tão bela, dá gosto vê-la, Vestindo um manto branquinho À nossa Serra da Estrela. É sublime o panorama Neste quadro natural Onde o clima pinta a rama Das árvores de Portugal. As vertentes vão ficando Pouco a pouco transformadas Com a neve que vai mudando A cor das Penhas Douradas. E a Torre fica mais fria Ao sabor da fina aragem, Mas não perde sua magia Nos braços desta paisagem. Em troca dos bons rebanhos Que o pastor guardou no monte Ficaram encantos tamanhos Do pôr-do-sol no horizonte. Quem sobe à Serra da Estrela, Seja Inverno ou seja V'rão, Finda sempre por trazê-la Dentro do seu coração. Na montanha sou feliz Com neve ou rochas ao léu, Porque vejo o meu país Muito mais perto do céu. RAMA LYON

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Passarinho atormentado

Sou um triste passarinho Nesta vida atormentado A viver sempre sozinho No beiral do teu telhado. Nas horas que vão passando, No meio das noites serenas, Dia a dia vou arrastando O peso das minhas penas. Mas tu andas descuidada Sem me dares um só olhar, A janela está fechada E eu assim não posso entrar. Se eu podesse transpor A blindagem da tua casa Fazia-te um ninho d'amor No calor da minha asa. Basta abrires a janela E aquilo que logo faço É passar através dela P'ra poisar no teu regaço. Levarei para a tua mesa Migalhinhas do meu pão E tu ficas com certeza Dona do meu coração. Depois quando fores rainha De todos os meu carinhos, Serás a doce mãezinha Dum bando de passarinhos.

RAMA LYON

domingo, 16 de novembro de 2008

MOMENTOS DE AMIZADE

Quando os animais (mesmo selvagens) se tornam nossos amigos.

domingo, 9 de novembro de 2008

Castanhas de São Martinho

O Outono ainda mantém
A floresta conservada,
Mas o castanheiro já tem
A folhagem bem dourada.
A castanha sai do ouriço
Deslizando de mansinho
Para honrar o compromisso
De chegar p'lo S. Martinho.
Cai no chão, resplandecente,
Difundindo a linda cor
Que contrasta alegremente
Como os olhos do meu amor.
Quando vai p'ra nossa casa
Diz adeus ao castanheiro,
Saboreia o calor da brasa
A dançar no fogareiro.
Vai mantendo a tradição
E é por isso que vos lembro,
Essa grande animação
No dia onze de Novembro.
P'ra alegrar o bom santinho
E mostrar-lhe a nossa fé
Lá vão dois copos de vinho
E outros tantos d'água-pé.
A castanha fica contente
Na casa do pobrezinho
Que festeja alegremente
O Verão de S. Martinho
RAMA LYON

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Coimbra vestida de luar

Certa noite pedi ao luar Numa prece comovida, Se ele podia iluminar Coimbra adormecida. Prometeu-me que viria Contentar minha vontade E num abraço cobriria De branco toda a cidade. A sua promessa cumpriu Num gesto muito risonho E com seu manto vestiu A noite feita de sonho. Desceu da lua em acrobata Pondo a cidade mais linda, Tingindo com cor de prata A nossa velha Coimbra. As guitarras regressaram Ao silêncio e ao sossego, Os estudantes admiraram O brilho do rio Mondego. Era imenso o esplendor Que à nossa terra descia, Abraçando com fervor A cidade que dormia. Como foi grande a riqueza Que o meu coração sentiu Deslumbrado com a beleza Sempre alerta...não dormiu.
RAMA LYON

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

AMIZADE

Amizade é coisa linda Que faz bem ao coração, Sem nada custar ainda Áqueles que hoje a dão. Sentimento verdadeiro Da mais pura qualidade, Não se paga com dinheiro Uma sólida amizade. Será empre um tesouro A pairar na nossa vida, Mais preciosa que o ouro Não tem peso nem medida. Seja rico ou seja pobre, Toda a gente a pode ter E não há nada mais nobre Para o Mundo enriquecer. Só é pena que hoje em dia Cada vez seja mais rara, Apesar da mais valia Não estar assim tão cara. Vá sorrindo com vontade, Alegrando esse seu rosto. Numa troca de amizade Ninguém vai pagar imposto. Ai se Deus findasse a guerra Neste Mundo de crueldade, Com certeza a nossa Terra Seria um jardim de amizade.
RAMA LYON

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

A todos os meus amigos

Obrigado pela vossa simpática
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